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Entusiasmado com a inseminação
artificial, que considerava o caminho para se chegar
à grande pecuária brasileira, o Dr. Sinval
Palmeira resolveu fundar uma Central de Inseminação
Artificial, a fim de obter sêmen de alto valor
para o seu próprio rebanho e fornecer aos demais
pecuaristas da região.
Uma vez construída a estrutura,
usando a mais moderna tecnologia da época e contando
com técnicos de grande experiência, foram
importados touros da Itália, Inglaterra, França,
Holanda, Canadá e Estados Unidos.
A Cabana da Ponte oferecia sêmen
de touros excepcionais, nacionais e importados, do melhor
poder fecundante, comprovado em laboratório e
no campo.
Era ministrado um curso de inseminação
para vaqueiros a cada mês. Estágios e cursos
para reciclagem de veterinários, técnicos
e inseminadores eram permanentes. Um convênio
com a Universidade Federal da Bahia foi firmado.
A Central de Inseminação
Artificial da Cabana da Ponte,
fruto do idealismo de seu criador, representou um ponto
alto no desenvolvimento e progresso da pecuária
baiana. <<
A segunda geração |